Novidade!!Protetor de cauda de boi..

Parque Rufina Borba promove teste com protetor de calda

Em 23/12/2013 por Genivaldo Lima

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Parque Rufina Borba situado em Bezerros-PE promoveu na quinta-feira, dia 19 de dezembro, um teste com o Protetor de Calda de Boi, um equipamento inventado no Ceará pelo cientista praticante e amante da vaquejada Videlmon Gomes ( Careca ) com a ajuda do artesão Cícero Alves. O teste teve o apoio da Associação Brasileira de Vaquejada – ABVAQ e da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Quarto de Milha – ABQM. O invento tem como finalidade reduzir ao máximo o impacto na calda do boi na hora da puxada e evitar o comprometimento da maçaroca. O couro bovino compõe a parte que fixa na calda amarrada por uma espécie de cadarço, enquanto uma fita de poliéster,mesmo material usado em cinto de segurança, substitui a maçaroca. Dez duplas de vaqueiros voluntários, montando cavalos explosivos na puxada, se apresentaram correndo nos bois com o Protetor de Calda. O vaqueiro e jornalista Moacir Neto, da Cia do Vaqueiro foi enfático: “Esse é um dos maiores avanços na vaquejada, pois estaremos aplicando a tecnologia num esporte tão rústico como esse. A vaquejada precisa se modernizar e cuidar cada vez mais da integridade física dos animais e dos vaqueiros. Esse Protetor de Calda vai ajudar bastante. Estão de parabéns seus inventores e também a ABVAQ que vem acreditando e incentivando a implantação do projeto.” Já o vaqueiro Mi Xavier do Haras CPMF, Maceió-AL aprovou o uso do Protetor. “Gostei muito do que vi, corremos bezerros de 12 arrobas e deu certo, depois testamos nos touros de 20 arrobas e o resultado foi o mesmo. Outra vantagem é que as maçarocas são iguais e os competidores terão sempre as mesmas chances, acabando com esse negócio de tá escolhendo o boi pelo rabo,” avaliou. Outro vaqueiro que também gostou do Protetor de Calda foi Verdinho Borba do Parque Rufina Borba. “É claro que ainda precisa de alguns ajustes e esse teste é exatamente para isso. Acho que a maçaroca ainda é um pouco rala e meio mole, mas não compromete tanto a pegada. Acompanhei a colocação dos Protetores no curral e com a prática o tempo de colocação vai sendo reduzido. O bom nisso tudo é que a preservação da integridade física dos bois será bem maior,” explicou Verdinho. O Protetor já estar patenteado e custa R$ 60,00 para criadores e vaqueiros que passam bois em suas fazendas e R$ 40,00 para os promotores de vaquejada. Segundo o inventou, Sr.Careca, o produto vem sendo testado e aperfeiçoado há quase dois anos e a proposta é colocar em cada peça um chip, que já está sendo desenvolvido com a finalidade de monitorar os animais controlando desta forma, a quantidade de carreiras, a hora de alimentação, os batimentos cardíacos e outras atividades.Tudo em favor do bem estar dos bichos.

 

 

Fotos: Leonardo Hammey

Vaquejada 2017

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